Depoimentos de alunos: Diva Fernandes

Por Samuel Torres 19 de julho de 2019

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Vamos começar hoje aqui no blog uma nova coluna com histórias e depoimentos de alunos do curso Charles Laveso. São entrevistas motivadoras para te ajudar a entender o processo de aprendizado, lidar com as frustrações e te inspirar a alcançar o sucesso por meio da arte dos desenhos realistas.

A história que vamos contar hoje é da aluna Diva Fernandes de Jesus Ribeiro

Conhecendo Diva Fernandes

Diva Fernandes se interessou pelo desenho desde muito nova e, como toda criança, gostava de riscar as paredes.

Ela lembra que seu primeiro contato com o lápis foi na escola, no primário, onde recebeu do governo um kit escolar contendo lápis, borracha, um caderno brochura e uma caixa de lápis de cor com 6 cores. Diva se encantava com os traços do lápis no papel, apontava-os bem para que pudesse desenhar as letras de forma bem definidas em seu caderno de caligrafia.

Assim, seguiu desenhando sempre que possível, seja para trabalhos escolares ou simplesmente para decorar seu caderno. 

A partir daí uma coisa puxou a outra. Foi desenvolvendo o olhar, sempre com atenção para tudo que observava e tentava reproduzir. 

Ela não se considera uma pessoa com facilidade para o desenho, mas sempre trouxe dentro de si um encantamento por todo tipo de desenho. Seja gibis, revistas ou livros. A convicção era de que conseguiria aprender desde que colocasse aquilo como meta.

Por volta dos 13 anos começou a se interessar ainda mais pelo desenho. Naquela época deu início às aulas de artes plásticas no colégio, e posteriormente aulas de desenhos industriais e técnico. Essas matérias, conta ela, despertava a criatividade e o fascínio pela arte. 

“As aulas eram dinâmicas, divertidas, a interação com os colegas, materiais e máquinas eram espetaculares. Alguns desenhos eram livres, outros completamente técnicos com medidas e perspectivas mas sempre que íamos para a oficina executar o projeto valia todo o esforço e dificuldade.”

Diva parou de desenhar durante vários anos, desde a adolescência até o início da fase adulta. Nesse período ela se apaixonou por outros tipos de arte, como a fotografia e a poesia. 

Com o tempo, veio o casamento, os filhos, saiu do trabalho e dedicou seu tempo à sua casa e à família. A paixão pelo desenho ficou guardada dentro de si.

Até que em 1992, com seus filhos um pouco mais independentes, voltou a desenhar para preencher uma lacuna que começava a incomodar.

Um dia, assistindo a TV Cultura, assistiu um programa de arte com o artista plástico Philipi Hallawel e ficou deslumbrada. 

“Eram aulas com bastante riqueza de detalhes e eu vi ali uma grande possibilidade. Na época não havia nada nesse sentido. Comprei então seus livros, assistia às aulas, e comecei a fazer os exercícios.”

Num domingo de manhã se deparou com uma foto em preto e branco no jornal, pegou um lápis, um papel e uma borracha e arriscou copiá-la. Era uma paisagem, na época o desenho mais complexo que já havia feito.

Desde então continuou praticando mais alguns desenhos feitos à lápis até que começou a fazer algumas pinturas em tela. E assim foi até o ano de 2012.

Em 2013, Diva descobriu o Desenho Realista a lápis através de vídeos no Youtube e com esse estilo de desenho se identificou. Era o fio da meada que sempre buscava. Assim, correu atrás de cursos. 

No entanto, não haviam cursos presenciais desse tipo próximo à sua cidade. Ela estava quase desistindo quando se deparou com uma propaganda do Curso Virtual do Charles Laveso. A alegria foi tanta que não se conteve: começou a chorar. A partir daí um novo capítulo começou.

Primeiras impressões sobre o curso

Diva já tinha tido contato com outros cursos virtuais mas todos eram de curta duração. Para ela, o curso é completo em todos os aspectos: do nível iniciante ao avançado, chegando ao suporte pós curso.

“A técnica utilizada por Charles Laveso, no meu parecer, é sensacional e inquestionável!. Primeiro porque estimula o querer, a não procrastinação. Segue uma linha de raciocínio para um aprendizado muito organizado e ao mesmo tempo livre, didaticamente compreensível. Você sente a necessidade de praticar cada exercício de maneira prazerosa. É como ganhar um prêmio depois de completar uma tarefa, atingir uma meta. O prêmio é o resultado que vem da sua dedicação, do seu próprio aprendizado. 

O que me fez querer aprender foi de início a paixão pelo desenho, depois conhecendo o Charles e a dinâmica do curso, senti segurança ao perceber que haveria um resultado completamente satisfatório. Esse resultado iria depender da minha dedicação e esforço, e eu estava disposta a isso. 

O que sempre admirei no Charles é o fato de ele não esconder nada. Existe o estímulo em cada vídeo, sempre um “plus” em cada aula, palavras e textos que saem do “script” para enriquecer o que já é muito bom. Ele não só ensina, ele se doa.

O começo e o re-começo

Organizar a rotina não é algo tão fácil, principalmente quando é preciso começar algo novo, seja trabalho, lazer ou estudos. Mas como existia um foco, Diva foi buscando maneiras de melhor conseguir isso. A primeira ação foi comprar os materiais solicitados, mesmo porque esse fato era um estímulo.

Na sequência, Diva começou organizou vários itens no computador para facilitar o andamento do curso. Preparou o espaço onde passaria horas desenhando, verificou a  luz do ambiente, a ventilação, ruídos, enfim, ajeitou um canto agradável onde se sentisse bem e inspirada a desenhar. 

A partir daí começou a assistir às aulas. Se necessário, assistia novamente os vídeos até compreender tudo. No período de adaptação perdeu muitas vezes a noção do tempo, as vezes mais de 5 horas sentada. 

“No começo me empolgava tanto que até deixei de dar atenção à minha família. Aos poucos consegui reverter isso. Passei a desenhar enquanto os outros membros da família se ocupavam com seus afazeres. Me preocupei também em fazer intervalos para me alimentar e descansar”.

No meio do caminho um entrave: a mãe adoeceu e ela precisou se dedicar a outras tarefas.

“Parei o curso por quase um ano. Até que um dia vi o Charles anunciando o início de uma nova turma eu reconheci que não poderia mais viver sem o desenho. Fiz novamente a minha matrícula e voltei disposta a não parar mais. Entrei para a segunda turma já mais estruturada. 

Os vídeos postados pelo Charles abordavam assuntos que agregavam muito a nossa vida pessoal e isso me deu uma força gigante! Aprendi a estudar, praticar, aceitar críticas, ter humildade, e principalmente a não desistir. Também aprendi a não me boicotar, assumir o meu lema e não atribuir a ninguém aquilo que é de minha responsabilidade fazer e conseguir”.

Diva sempre estuda a referência antes de desenhar, formando assim um cronograma mental de tudo que vai vendo: luz, tons, complexidade da imagem, técnicas, etc.

“Tudo isso vai se interiorizando em mim até chegar a uma empatia, um sentimento único que acontece em cada trabalho, é como se enxergássemos a alma daquela imagem. Isso então começa a fazer parte da minha rotina programada e vai acontecendo na medida em que os dias vão passando. 

Dentro dessa organização muitas vezes não consigo cumprir o que determinei, isso não altera em nada pois no outro dia compenso, não posso ser um carrasco de mim, antes de ser um trabalho tem que ser um prazer, algo que se some ao meu bem estar”.

Dificuldades e aprendizados

“Acho que enfrentei algumas dificuldades que fazem parte do aprendizado. Comparo esse processo como uma criança ao ensaiar os primeiros passos. Tudo é novo e totalmente desconhecido, um campo imenso a explorar! Os primeiros traços, conhecer os grafites e suas graduações, papéis, técnicas, lidar com a luz, natural e artificial, oscilações de temperatura e umidade do tempo que tem ação sobre o papel, dominar a força na mão e controlar a ansiedade. São questões muitas vezes externas e internas, como saber lidar com as críticas. 

Refazer e repetir exercícios é algo que tive dificuldade mas que considero de suma importância, pois foram nessas oportunidades que firmei meu entendimento e pude me sentir segura. Ainda hoje posso enfrentar dificuldades mas a base sólida do aprendizado sempre me oferece um norte para que eu consiga atingir um bom resultado.

Cada desenho que realizo hoje é antes de tudo uma somatória ao meu aprendizado, por menor que seja, sempre a algo novo que vem para enriquecer. Sinto que eles já carregam muito da minha identidade e isso faz com que eu sinta-me mais confiante e feliz. Além da técnica, o curso agregou à minha vida uma outra forma de aprender, de absorver conteúdos e principalmente de conduzir esse conhecimento. O desenho, em contrapartida, me trouxe uma visão ampla de como firmar meus compromissos e responsabilidades. 

Dessa maneira posso sentir que sou uma artista e, antes de tudo, tenho a responsabilidade de fazer com maestria. Busco pela excelência e é isso que vou buscar a cada trabalho Mesmo que não chegue lá, caminharei para tal. Tudo o que vier daí será bem vindo, estou suavemente pronta para a vida”.

O que gostaria de compartilhar

“Eu gostaria de enfatizar algo que foi muito especial para mim durante o curso do Charles Laveso. Desde os primeiros contatos, do nível iniciante ao avançado, o curso me exigiu muito, mas com liberdade. Além disso, os professores Samuel Torres, Maíra Poli e Cristina Souza formam uma equipe focada e que sabem detectar tão minuciosamente nossas deficiências, orientando incansavelmente com a maestria de quem sabe a que veio.

Somando-se a tudo isso agrega o valor inquestionável e de resultado fantásticos, os vídeos do Charles nos cercando de atenção e orientações. Muitas vezes me senti como uma criança segurando a mão da mãe que, ao tentar me soltar, percebe que a mãe intensifica o cuidado dizendo: agora não, você não está pronta

Existe uma Diva de antes e outra de depois, com o diferencial de estar vivendo agora o que o Desenho Realista me proporciona. Isso me faz sentir uma pessoa feliz e realizada. Imensa Gratidão!”.

Se você também tem uma história motivadora pra contar, comente neste artigo, converse comigo ou procure outros professores do curso de Desenhos Realistas Charles Laveso. Queremos ver a sua história publicada aqui no blog! Até a próxima!

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